hora 00
Hello world!
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1 min a ler · 22 de setembro de 2026
Horas
Peças mais longas do que uma nota. Cada bloco leva a hora do túnel no chip, não um retrato.
O diário não é um blog de loja. Cada bloco leva a hora do túnel no chip: três, onze, dezanove, sete. Sem miniatura. Sem retrato. A data é a da leitura da Rita, em Coimbra, escrita com o mês em português europeu. Janeiro, fevereiro, março, até dezembro. Não há o mês inglês.
Quatro peças para começar. Porque três filtros chegam. A ferrugem oito e a ordem. Dois ramos e a estação com fome. O passo mudo e quem acorda. Cada uma tem quatro ou cinco alíneas, não um parágrafo de espera. Medições feitas pelo autor; confirma tu depois d’uma actualização.
Se quiseres saber quem escreve, a folha Sobre apresenta a Rita e o Nuno. Se quiseres uma nota curta em vez de um bloco, a folha Notas leva o recorte. Se o número te caiu diferente, envia. Pomos o velho e o novo lado a lado.
hora 00
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1 min a ler · 22 de setembro de 2026
hora 07
Quatro volumes, três sonhos. EcoPasso diz quem abre o olho. Sem o herói de key art.
1 min a ler · 22 de agosto de 2026
hora 19
Cinco bocas. Fechas duas. O TunelDois nomeia a estação que fica sem fluxo.
1 min a ler · 14 de julho de 2026
hora 11
Quatro tipos. A soma cresce. O primeiro que passa oito dá o nome da ordem, não um calibre.
1 min a ler · 3 de junho de 2026
hora 03
Levar os seis infla o peito. Três deixam ver a faixa tóxica mais longa que ainda passas.
1 min a ler · 12 de maio de 2026
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